quinta-feira, 11 de setembro de 2014

Uma luz na História

Ticiano Duarte- escritor

Peço permissão aos leitores para tratar, hoje, de um assunto que me toca profunda e sensivelmente, que é da minha relação com a maçonaria. Coisa que faço há quase 45 anos – tempo que completarei em dezembro próximo. E faço (os que me conhecem, sabem) com amor e devoção, às vezes, com sacrifício, das horas de lazer, da convivência com a família, com meus entes queridos.
Daí porque, já pelo tempo, sem cobrar da Instituição o esforço, porque não dizer à abnegação, à frente dos postos que me foram confiados pelos irmãos, como Venerável Mestre, presidente da Assembléia Maçônica, Grão-Mestre, presidente da Confederação Maçônica do Brasil (COMAB), isto no simbolismo; de Grande Ministro de Estado, Lugar Tenente Comendador, Soberano Grande Comendador, do Supremo Conselho, dos Graus Superiores; creio que tenho algum direito de opinar e dizer qualquer coisa sobre minha Potência, sua legalidade, representação, história, dignidade, acervo, atualidade e raízes históricas.
Nasci maçonicamente no Grande Oriente do Brasil, GOB, nos idos de 1969. Em 1973, acompanhei, sob a bandeira de Armando de Lima Fagundes e outros queridos irmãos, a cisão que deu origem ao Colégio de Grão-Mestres da Maçonaria Brasileira e conseqüentemente à Confederação Maçônica do Brasil, COMAB, que tive a honra de presidir, de 2005 a 2006. Aprendi nos primeiros passos uma lição importante, segundo a qual, em maçonaria os Landmarques não podem ser tomados, nem argüidos, em termos absolutos, dogmáticos ou imutáveis, mas dentro da essencialidade maçônica, cujo escopo é a evolução, o progresso e o desenvolvimento, neste das pessoas, destas aos institutos sociais, destes às instituições e destas à Sociedade.
A COMAB foi um grito de independência ao poder absolutista e discricionário do Grande Oriente do Brasil, GOB, como bem definiu Otacílio Schuler Sobrinho, no seu livro – “Uma Luz na História”, ao dizer que havia uma espécie de sistema feudal da referida Potência, indagando como se operava o período de transição do poder, ali. E ainda mais perguntava – deve ser qualificado como absoluto resultante na produção e reprodução de separação e cisão? O grande maçonólogo catarinense responde que sim: “A superação do sistema feudal dominante desde as décadas antecedentes pressupõe necessária a via revolucionária - mudar o modelo. O modelo político endógeno, espelhado no exógeno, foi a gota d’água que alterou a forma e o valor de exercer o poder maçônico em vigor e adotado pelo grupo que se julgou maioria, com legados independentes e contínuos, enquanto que a evolução mostrava que a vontade popular – povo maçônico – não mais aceitava o absolutismo e desejava banhar-se nas águas límpidas, transparentes e calmas da democracia, num Estado Federado, autônomo, independente e soberano”.
Por incrível que pareça, nos dias de hoje, passados 41 anos, queira se repetir a truculência e o arbítrio, através de gestos e atos invejosos que não perdoam o crescimento, regularidade, vitalidade, respeitabilidade e reconhecimento internacional da COMAB, uma minoria no poder, mesmo contra a vontade das bases, como está ocorrendo em muitos estados, inclusive no Rio Grande do Norte, pelo gesto corajoso do Grão-Mestre Miguel Rogério.
A COMAB é independente e altiva. Sua história é a repulsa à indignidade. Quando estava em jogo a honra da maçonaria brasileira, maçons ilustres e dignos juntaram-se numa só bandeira, que é a da democracia – sustentada no cumprimento de leis ordenadas ao bem comum, não se submetendo a desejos manifestos e caprichos interpretativos de pessoas investidas temporariamente no poder.
Seria oportuno nesta hora, fosse lembrada a lição de Santo Agostinho: “Os que não querem ser vencidos pela verdade, são vencidos pelo erro”.





Publicado no jornal Tribuna do Norte, edição de 10/09/2014

segunda-feira, 8 de setembro de 2014

Candidatos à iniciação maçônica

Loja 24 de Junho
Candidato: Domício Silvério dos Santos
Data e local de nascimento: 25/05/52–Nízia Floresta-RN
Filiação:Alfredo Silvério dos Santos e Filomena Lucas
Estado Civil: Casado
Profissão: Funcionário Público
Endereço comercial: SESAP–II URSAP, Mossoró
Endereço residencial: R. José Porcino Costa, 01, Doze Anos, Mossoró-RN


Loja 24 de JunhoCandidato: Paulo Nobre de Medeiros Júnior
Data e local de nascimento: 20/02/73–Mossoró-RN
Filiação:Paulo Nobre de Medeiros e Maria de Lourdes Gurgel Nobre
Estado Civil: Casado
Profissão: Psicólogo
Endereço comercial: Prefeitura Municipal de Mossoró
Endereço residencial: R. Benjamim Constant, 460, Doze Anos, Mossoró-RN



Loja Clementino Câmara
Candidato: Adriano Pereira Rodrigues
Data e local de nascimento: 12/07/78–Natal-RN
Filiação: Abel Rodrigues Barreto e Maria Salézia Pereira Barreto
Estado Civil: Casado
Profissão: Empresário
Endereço comercial: Nutribem Suplementos
Endereço residencial: R. Tereza Campos, 2070, Ap 202, Lagoa Nova, Natal-RN



Loja João da Escóssia
Candidato: Raimundo Braz dos Santos
Data e local de nascimento: 30/06/54–Belém de Brejo do Cruz-PB
Filiação: José Braz dos Santos e Elpídia Etelvina dos Santos
Estado Civil: Casado
Profissão: Professor
Endereço comercial: Aposentado
Endereço residencial: R. Leonardo Teixeira, 814, Aeroporto, Mossoró-RN

Carta de São Paulo

CONFEDERAÇÃO MAÇÔNICA DO BRASIL – COMAB

CARTA DE SÃO PAULO

Aos vinte e cinco e dias do mês de agosto de dois mil e catorze da E:.V:., reunidos na sede do  Grande Oriente Paulista – SP, o Colégio de Grão-Mestres da Confederação Maçônica do Brasil – COMAB, no mês que se comemora o Dia do Maçom e às vésperas das comemorações do Dia da Independência e após uma ampla análise e discussão sobre a realidade da Maçonaria Brasileira e dos problemas contemporâneos da nossa sociedade neste já Século XXI, divulga a presente carta aberta aos Maçons.
A Maçonaria brasileira sabe que além de dever formar e reter nas colunas Mestres “livres e de bons costumes” motivados para o contexto da atualidade a que o Século XXI exige, deve agir organizada e conjuntamente como estrategistas e articuladores, para a transformação de Iniciados e da Sociedade, agindo principal e decisivamente para uma Educação de qualidade para o nosso povo, contribuindo para transformar a humanidade mediante um desenvolvimento socioeconômico com sustentabilidade, tornando-a, assim, mais feliz.
Para que isto se concretize, é fundamental que todos os maçons brasileiros contribuam aliando-se na formação de uma força viva, unida e atuante com propósito definido, semelhante àquela, organizada na luta pela Independência,concretizando-se, principalmente, pelo aperfeiçoamento da integração e solidificação da fraternidade entre as três grandes estruturas organizacionais da nossa Maçonaria.
Esta Maçonaria que produziu fatos históricos importantíssimos ao longo da sua história e inclusive no século passado, especialmente com a fundação da CMSB – Confederação da Maçonaria Simbólica do Brasil e da Confederação Maçônica do Brasil – COMAB com a preservação da importância histórica do GOB – Grande Oriente do Brasil, ampliando a base da diversidade do pensamento no solo brasileiro.
História que registra que chegamos ao final do século XX num processo de integração forte e insofismavelmente visível nas bases, a partir de uma brilhante condução através de lideranças maçônicas iluminadas e conscientes desta necessidade para que pudéssemos avançar em muito no Século XXI, respeitando as características de cada uma destas três organizações.
Este processo embasado em sentimento fraterno, caracterizador do atuar maçônico, produziu ações, atos e feitos que resultou na propagação de informações que chegaram às lideranças internacionais da Maçonaria, que passaram, a saber, e conhecer a nossa história na plenitude da verdade (o que incomoda alguns poucos) e nossa realidade atual, no que anseiam pela concretização de uma plena e definitiva integração na Maçonaria Brasileira.
Integração não somente em compartilhamento de Território, Templos, recursos físicos, financeiros e materiais, mas é uma realidade vivida e cultivada em todo o Brasil, através do coração e da mente de “homens livres e de bons costumes”, embalados num clima de perfeita fraternidade e união.
Integração principalmente apoiada nas seguintes bases:
· Justiça: dar a cada um o seu justo e o devido, sem distinção, com a verdade sempre em ação.
· Prudência: agir com cautela e moderação, respeitando os Irmãos, o próximo, regulando nossas vidas e ações de acordo com os ditados da razão, avaliando antecipadamente as prováveis consequências de nossas ações.
· Temperança: ter controle das paixões e desejos nefastos, procurando praticar com moderação todas as atitudes, ações, pensamentos e procedimentos, aprendendo a evitar os excessos ou qualquer hábito tendencioso.
· Força: sobrepujar os preconceitos e imobilismos que concorrem para a divisão de forças, obstáculo a uma atuação mais concreta e conjunta em prol do Brasil que tanto necessita de homens de ação e com ideais baseados nos “bons costumes”; bem como para dar um real exemplo de fraternidade - termo que é oriundo do latim frater, que significa "Irmão", que nos leva a construção e preservação da boa relação entre os maçons.

Estamos em pleno Século XXI, já no transcurso da segunda década, no qual necessitamos continuar a agir com sintonia convergente ao avanço no necessário processo de integração fraterna, honrando inclusive o trabalho e esforço de muitos Maçons que se dedicaram e estão se dedicando até hoje.
Superando e não resgatando mágoas e incompreensões passadas, produzidas por fatos e atos do Século XX, onde a verdade estava e está cravada “nas duas faces de uma mesma moeda”.
Neste contexto resgatamos para reflexão, o que disse Winston Churchill certa vez: “Se abrirmos uma discussão entre o passado e o presente talvez descubramos que perdemos o futuro”.
Também não poderemos confundir os conceitos e a aplicação de “reconhecimento” e de “regularidade”.
Visto que a nível internacional, o que se discute e se aguarda é a plena e fraterna integração da nossa Maçonaria, com vontade política entre as partes, de levar a termo de forma expressa, tratados de mutuo reconhecimento.
Que a bem da verdade já é praticado em vários Estados, mesmo que de forma tácita pelo relacionamento histórico de compartilhamento nas mais diversas formas e inclusive mediante a regularização de iniciados de uma ou de outra parte. Reconhecidos como maçons.
Finalizando, a Confederação Maçônica do Brasil – COMAB reafirma o seu compromisso de atuar firmemente pela benéfica e sábia integração da Maçonaria Brasileira dentro do eixo de relacionamento com a CMSB – Confederação da Maçonaria Simbólica do Brasil e com o GOB –Grande Oriente do Brasil, para efetivamente avançarmos na produção de resultados concretos em prol do nosso Brasil e honrar nossos antepassados e principalmente os Maçons que tem acima de tudo, amor no coração e mente inteligente.
Proclamar “Independência ou Morte” internamente nas colunas: Independência da ação retrógrada longe da verdade, da liberdade e dos bons costumes; Morte à mentira e a prevalência dos interesses pessoais e escusos sobrepondo a maçonaria brasileira.
Mahatma Gandhi disse certa vez: “Faz da tua vida um reflexo da sociedade que desejas”. Assim, se realmente desejamos algo superior ao que se apresenta, façamos valer a nossa história e os nossos ensinamentos e vamos nos posicionar de forma concreta ante ao que se apresenta e não retroceder ao muito já conquistado. Há muito o que fazer e realizar.
E com base nos princípios gerais e na união da Maçonaria Brasileira, todas as Potencias Maçônicas Confederadas à COMAB, à luz do seu Estatuto e nas melhores práticas dos bons costumes, estarão sempre com os corações e as portas fraternalmente abertas para os Irmãos do GOB e da CMSB, independentemente da cor de avental, grau ou rito.


Fraternalmente,


CONFEDERAÇÃO MAÇÔNICA DO BRASIL – COMAB

domingo, 7 de setembro de 2014

Independência, revolução e Maçons

No ano de 1821 funcionava no Rio de Janeiro a Loja Maçônica Comércio e Artes, da qual eram membros vários homens ilustres ligados à corte, como o Cônego Januário da Cunha Barbosa, Joaquim Gonçalves Ledo e José Clemente Pereira.
Na metrópole, nas lojas “Comércio e Artes”, “Esperança de Niterói” e “União e Tranqüilidade”, nenhuma pessoa era iniciada, sem que fossem conhecidas suas opiniões sobre a Independência do Brasil. Ademais, todo neófito jurava não só defendê-la como também promovê-la.
José Castellani afirma: “A obra máxima da Maçonaria brasileira e a única de que ela participou de fato, como Instituição, foi a Independência do Brasil, em 1822 no mesmo ano em que os Maçons brasileiros criavam a primeira Obediência nacional, o Grande Oriente Brasílico, ou Brasiliano, que posteriormente viria a ser o Grande Oriente do Brasil”.
É claro que o fato caracteriza a ação maçônica nacional, mas é preciso reconhecer uma ação regionalizada desenvolvida por Maçons gaúchos e outros até de outras nacionalidades no episódio histórico conhecido como “Revolução Farroupilha”.
A independência política do país não pode ser creditada como obra exclusiva dos Maçons, já que D. João VI ao elevar o Brasil à categoria de Reino Unido ao de Portugal e Algarves em 1815, separou de fato o Brasil de Portugal dando o primeiro e decisivo passo para a sua independência. Em 1821, extinguiu o reinado do Brasil e determinou o regresso de D. Pedro com toda a família real para Portugal.
A estreita comunicação entre D. Pedro e D. João VI, em cartas, demonstra que os fatos que transcorriam eram do conhecimento e concordância de D. João VI.

Iniciação de Dom Pedro
A iniciação de D. Pedro contribuiu fortemente para o processo de emancipação brasileira e isto interessava à Maçonaria como também interessava a D. Pedro estar apoiado pelos Maçons, já que formavam à época uma forte corrente política.
Após terem obtido a adesão dos irmãos de São Paulo, Minas Gerais e Bahia, aqueles maçons resolveram fazer um apelo a D. Pedro para que permanecesse no Brasil e que culminou, como se sabe, com a celebre frase: “como é para o bem de todos e felicidade geral da nação, estou pronto, diga ao povo que fico”.
Entretanto, os maçons não pararam os seus trabalhos por aí. Logo em seguida, começou um movimento coordenado entre os irmãos de outras províncias brasileiras, objetivando promover a Independência do Brasil.
Em 9 de janeiro de 1822, o episódio conhecido como "Dia do Fico" teve a inspiração e liderança dos Maçons José Joaquim da Rocha e José Clemente Pereira. O Príncipe Regente recebeu três documentos feitos sob inspiração e liderança maçônica, rogando por sua permanência no Brasil em descumprimento aos Decretos 124 e 125 da Corte Portuguesa.
O documento paulista foi redigido por José Bonifácio de Andrada e Silva, o documento dos fluminenses foi redigido pelo Frei Francisco de Santa Tereza de Jesus Sampaio, orador da Loja “Comércio e Artes” e o documento dos mineiros foi liderado por Pedro Dias Paes Leme. No Convento da Ajuda, na cela do Frei Sampaio, reuniam-se os líderes do movimento.
Decidida a questão do “Fico”, acentua-se o processo de discussão e sob a liderança de Joaquim Gonçalves Ledo a Maçonaria decide, por proposta do brigadeiro Domingos Alves Branco Muniz Barreto, outorgar a D. Pedro o título de “Defensor Perpétuo do Brasil”.
Tão logo foi fundado o Grande Oriente Brasílico, José Bonifácio de Andrada e Silva foi escolhido como Grão Mestre e Joaquim Gonçalves Ledo como Primeiro Grande Vigilante. Havia, no entanto uma luta ideológica entre os Grupos de Bonifácio e de Ledo.
ATA DA INICIAÇÃO DE DOM PEDRO I
D. Pedro foi iniciado na Loja “Comércio e Artes” no dia 02 de agosto de 1822 adotando o nome histórico de Guatimozin. No dia 05 de agosto, ou seja, três dias depois se tornava Mestre Maçom.

Antonio de Menezes Vasconcelos Drumond, voltando de missão maçônica nas províncias de Pernambuco e Bahia, no final de agosto de 1822 relata em suas Memórias:
José Bonifácio havia também naquelle dia ou na véspera, recebido novas de Lisboa; e juntas estas com aquelas que eu trazia (da Bahia) julgava conveniente acabar com os paliativos e proclamar a independência. Fosse esta a causa isolada ou cumulativa com os seus desejos de ser a independência proclamada na sua província, o caso é que elle desde logo entendeu que se não devia adiar para mais tarde este acto. O príncipe já estava em S. Paulo e se a occasião não fosse aproveitada quem sabe se outra se poderia proporcionar tão cedo”.
O relato segue:
“… No Conselho decidiu-se proclamar a independência. Enquanto o Conselho trabalhava, já Paulo Bregaro estava na varanda prompto a partir em toda diligencia para levar os despachos ao príncipe regente. José Bonifácio ao sahir lhe disse: 

– Se não arrebentar uma dúzia de cavalos no caminho, nunca mais será correio; veja que faz.
Estes episódios da vida política brasileira envolveram além de Maçons outros cidadãos, lideranças conscientes de seu papel que buscaram pelo diálogo ou pelo combate a defesa de direitos fundamentais de liberdade. A motivação destes homens, organizada em Loja ou não, sempre foi a de construir uma sociedade mais justa e mais igual. A têmpera de seu caráter foi forjada na prática de procedimentos maçônicos no exercício da Arte Real.
A autonomia política e econômica de uma Nação não se completa com um movimento independentista. É um processo longo que exige a participação de toda sua sociedade em muitas gerações.
Texto originalmente publicado aqui: http://www.obreirosdeiraja.com.br/iniciacao-de-dom-pedro/

Loja Pe. Miguelinho comemora 61 anos

Venerável Vinícius, Manoel (orador), Padre Josino e Brito (Soberano)
A Augusta e Benfeitora Loja Simbólica Pe. Miguelinho está completando hoje, 7 de setembro, 61 anos de excelentes trabalhos pela Maçonaria e pelo povo do Rio Grande do Norte.
Uma Sessão Magna Branca e um jantar para os Irmãos, cunhadas, sobrinhos e convidados comemoraram a data festiva para a Maçonaria norte-riograndense.
A Sessão Magna Branca teve como convidado especial o padre Josino Raimundo Fernandes, pároco de Sant'Ana, em Sant'Ana do Matos, que falou sobre São João, o Padroeiro da Maçonaria.
Em sua fala, o padre Josino destacou o trabalho da Maçonaria pelos mais necessitados, lembrou a sua condição de DeMolay quando criança em São Paulo do Potengi e saudou o bom relacionamento entre a Igreja e a Maçonaria nos tempos atuais, incentivada, principalmente, pela postura do Papa Francisco, um franciscano que prega o diálogo entre todos.
O Soberano Grão Mestre Antonio de Brito Dantas agradeceu ao padre Josino pela brilhante palestra, e falou da característica mais marcante da Loja Pe. Miguelinho ao longo dos seus 61 anos de existência, que é a beneficência maçônica.
"Esta Loja é exemplo para todas as lojas maçônicas do Rio Grande do Norte, por sua fortaleza nas ações de beneficência", disse Brito, lembrando que fez a sua iniciação maçônica na Loja Pe. Miguelinho há 29 anos, exatamente num dia 7 de settembro.
O Venerável Mestre Vinícius Graco Diógenes de Oliveira agradeceu a presença de todos os Irmãos, cunhadas, sobrinhos e convidados, e externou sua satisfação em dirigir a Sessão Magna Branca de aniversário da Loja pela segunda vez.
Depois da solenidade, foi servido um jantar de confraternização no Salão de Banquetes, com animação da Banda Cinzeiro de Motel.
Abaixo, fotos do jantar e do baile: